Autoavaliação

12. AUTOAVALIAÇÃO (PERSPECTIVAS DE EVOLUÇÃO E TENDÊNCIAS)

12.1. Pontos fortes do programa

São considerados pontos fortes do PPGM-UFRJ:

a) O perfil do corpo docente, consideradas a titulação, a notável diversidade dos centros dos quais são oriundos os seus membros e a compatibilidade verificada entre formação, experiência e linhas de pesquisa propostas;

b) A contribuição dos docentes do Programa com as atividades de ensino e pesquisa na graduação (Bacharelado e Licenciatura) da Escola de Música da UFRJ alcança considerável dimensão. Todos os docentes do programa atuam na Graduação, sem exceção.

c) A qualidade das dissertações defendidas nos últimos 12 anos é continuamente reconhecida, assim como a consistência dos trabalhos de discentes do Programa apresentados em eventos científicos ou publicados em periódicos qualificados.

d) O interesse despertado pela qualidade das aulas, refletido na procura crescente pelos cursos do Programa, bem como a eficiência na administração do afluxo de alunos, com a conclusão de seus cursos, com um índice perto de zero de evasão, e redução do prazo médio de conclusão em pouco mais de 24 meses.

e) Excelência da produção técnica e artística;

g) Preocupação e interação com a sociedade e o entorno.

12.2 Pontos a serem aprimorados

O PPGM-UFRJ ainda enfrenta dificuldades relativas a ajustes administrativos e acadêmicos ainda não totalmente implementados.

1) O PPGM-UFRJ busca, no momento, uma maior integração entre linhas e projetos, que no passado estiveram muito fragmentados e sem verticalidade. Este processo ainda está em curso, e bons resultados têm sido obtidos, mas ainda há muito o que fazer a este respeito. A reorganização de áreas e linhas foi uma iniciativa importante, mas ainda não está refletida em todos os projetos do Programa.

2) A participação de docentes e discentes em Congressos, Seminários e Eventos ainda não é a ideal, mesmo considerando que a formalização dos Grupos de Pesquisa do PPGM-UFRJ tenham mudado esta perspectiva, batendo recordes sucessivos de participação docente e discente em Congressos a cada ano.

Um dos pontos que contribui para essa ausência é a situação da pesquisa em certas áreas, ainda em processo de construção (Práticas Interpretativas, por exemplo). Ainda há uma tendência a se vincular a pesquisa em performance às Musicologias Histórica ou Estrutural.

No momento, há também uma política interna de fomento à produção bibliográfica, e do vinculamento da produção artística aos projetos de pesquisa, com resultados satisfatórios em relação ao equilíbrio de produção artística/bibiográfica.

3) A situação de inativação da Biblioteca, devido à situação precária de infra-estrutura do Prédio I (Passeio), fruto do processo de reforma, que dificulta a convivência e consulta por parte dos discentes e constitui imensa falta, ainda que provisória. Esta situação contrasta com o novo prédio, onde está situado o PPGM, que tem todas as condições ideais, mas que se ressente da falta do apoio integral da BAN.

4) A integração com a Graduação ainda é incipiente e muitos docentes não estão envolvidos em Projetos de Iniciação Científica e nem todos os projetos redundam em projeção de conteúdo nas disciplinas de Graduação, apesar do aumento da participação de alunos em Projetos de Iniciação Científica nos últimos dois anos, a partir da ênfase nos Grupos de Pesquisa.

5) Ainda que o sítio do programa esteja em funcionamento e tenha trazido uma grande contribuição para a comunicação interna do programa, é necessário ainda fazer a complementação de algumas informações e trazer o recuso da versão em inglês, e, se possível, em espanhol, uma vez que o Programa está de fato lidando no seu dia a dia, e cada vez mais, com alunos e colaboradores estrangeiros.