Análise Semiológica da Peça Maracatú, para piano, de Egberto Gismonti

Análise Semiológica da Peça Maracatú, para piano, de Egberto Gismonti 📄
Nathália Martins | Ana Paula da Matta Machado Avvad

Resumo: O presente trabalho consiste em um estudo sobre a obra Maracatú, para piano solo, de Egberto Gismonti, tendo como referência o modelo de análise semiológica concebido por Jean Molino e Jean-Jacques Nattiez. A análise sob o modelo tripartite compreende um estudo dos níveis imanente, poiético e estésico, que permitem apreciar, respectivamente, os elementos impressos na partitura, as intenções do compositor e a percepção do intérprete/ouvinte. As considerações, advindas do diálogo entre esses três universos, propiciam base teórica ao intérprete para melhor fundamentar a sua performance. No presente trabalho, serão apresentadas as análises imanente e poética indutiva. A escolha da peça Maracatú foi baseada no desejo de exploração de um ritmo essencialmente percussivo, observando de que forma a riqueza rítmica do gênero pode ser interpretada ao piano.

Palavras-chave: Análise Semiológica. Maracatu. Piano.