Antonio Augusto

Antonio

Professor permanente / Coordenador da Linha

Doutor em História Social (IFCS/UFRJ), Mestre em trompa pela Escola de Música da UFRJ e especializado no Royal Welsh College of Music and Drama, Grã-Bretanha. Paralelo a sua intensa atuação como instrumentista Antonio Augusto é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde coordena o projeto de pesquisa “Práticas de Conjunto e Música de Câmara Brasileira: história e perspectivas interpretativas” e membro do Art Metal Quinteto e da Orquestra Petrobras Sinfônica.
Em 2009, realizou, com o Trio da Canção Brasileira, uma turnê pela América Central, que incluiu gravação para TV, masterclasses e concertos na Guatemala, Costa Rica e Panamá. Concebeu projetos apresentados no Centro Cultural Banco do Brasil como Música de Câmara Brasileira- Os Precursores (1999); Frevendo o Frevo (2000); A invenção de um Brasil musical – o século XIX (2010) e Eternos Modernos (2012). É constantemente convidado para realizar conferências sobre sua intensa pesquisa que envolvem sociedade e práticas musicais brasileiras no século XIX. Entre essas, se destacam as realizadas, em 2012, na Universidade de Évora, em Portugal; em 2013, no 45º International Horn Symposium, na Universidade de Memphis (EUA) – ocasião em apresentou os resultados de sua pesquisa sobre música brasileira escrita para trompa, canto e piano –; e em 2014, na Mostra Internacional de Música, em Tiradentes (MG), no Festival Villa-Lobos e no I Simpósio de Práticas Interpretativas UFRJ/UFBA. Com o Art Metal Quinteto possui quatro CDs gravados com repertório majoritariamente dedicado à música brasileira. Neles, incluem-se os resgastes de obras de compositores como Anacleto de Medeiros, Henrique Alves de Mesquita, Chiquinha Gonzaga, J. Elias, além da produção contemporânea para quinteto de metais. É autor dos livros A Questão Cavalier: música e sociedade no Império e na República do Brasil (Prêmio de Edição Crítica em Música da FUNARTE) e Henrique Alves de Mesquita: da pérola mais luminosa à poeira do esquecimento (Prêmio Fundo de Amparo à Música – Prefeitura do Rio de Janeiro), ambos lançados pela editora Folha Seca.

Produção 2018

Bibliográfica

  1. Publicação do artigo completo “Modificando as paixões formidáveis: a formação da Sociedade Beneficência Musical e o Conservatório de Música”, Revista Brasileira de Música, âmbito nacional, vínculo temático com o projeto “Práticas de conjunto e música de câmara brasileira: história e perspectivas interpretativas, parte I: o longo século XIX (2015)”

Artística

  1. Apresentação da obra “Sinfonietta Prima”, de Ernani Aguiar, Concerto da Orquestra Petrobrás Sinfônica, âmbito regional, vínculo metodológico ao projeto de pesquisa “Práticas de Conjunto…”.
  2. Turnê (4 concertos) com apresentação de música para cinema para sopros, da Solistas da Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró-Música, âmbito regional, vínculo metodológico ao projeto “Música brasileira para instrumentos de sopro: história, texto e práticas interpretativas”

Produção 2017

Técnica

  1. Apresentação do trabalho “Limites entre a musicologia histórica e as práticas interpretativas”, 16° Colóquio de Pesquisa PPGM-UFRJ, abrangência nacional, vínculo à linha “História e documentação da música brasileira…”.