Inscrições em disciplinas 2017-1

AGENDA

  • Inscrições para alunos matriculados no Doutorado (SIGA) – 18/02/2017 a 28/02/2017
  • Inscrições para alunos matriculados no Mestrado (SIGA) – 18/02/2017 a 28/02/2017
  • Inscrições para alunos recém-concursados, da turma 2017-2, que desejem cursar disciplinas optativas em regime especial (inscrição online) – 18/02/2017 a 28/02/2017. Acesse a ficha de inscrição:
  • Inscrições para alunos externos em regime especial (Inscrição online) – 01/03/2017 a 04/03/2017. Acesse a ficha de inscrição no link abaixo:
  • Início das aulas – 06/03/2017

DISCIPLINAS 2017-1


FredericoMetodologia da Pesquisa em Música
(MUD 781). Prof. Frederico Machado de Barros. Sextas-feiras, 14 às 17 horas, Sala 2104 (15 vagas). Disciplina obrigatória para todos os alunos matriculados no curso de Mestrado do PPGM-UFRJ – consulte a agenda no início da página).   Discussão acerca dos aspectos metodológicos e da importância dos métodos de pesquisa para o trabalho acadêmico em Música, enfatizando as conexões entre o conhecimento técnico-profissional e os demais campos do conhecimento em Música. Abordagem da sistemática geral da pesquisa, focalizando a definição do objetivo/problema, da contextualização teórica e da elaboração de projetos de pesquisa. Revisão da literatura sobre técnicas de coleta de dados, sistematização, análise e apresentação de resultados.


ThelmaSeminários de Educação Musical II (MUD 732). Profa. Thelma Alvares. Terças-feiras, 17 às 20 horas, Sala 2104 (15 vagas). Disciplina obrigatória para alunos da área de Educação Musical matriculados no curso de Mestrado do PPGM-UFRJ – consulte a agenda no início da página).  Revisão crítica de literatura da área de Educação Musical, direcionada para as dissertações de mestrado, a partir de tópicos específicos que funcionarão como eixos temáticos, de forma a contemplar as pesquisas em andamento.


Paulo SáSeminários de Processos Criativos II (MUD 702). Prof. Paulo Sá. Terças-feiras, 14 às 17 horas, Sala 2105 (10 vagas). Disciplina obrigatória para alunos da área de Processos Criativos matriculados no curso de Mestrado do PPGM-UFRJ – consulte a agenda no início da página). Estudo dos quadros teóricos e metodológicos da pesquisa em composição musical e práticas interpretativas e sua aplicabilidade nos trabalhos desenvolvidos pelos alunos. Leituras orientadas que contemplem os tópicos específicos das dissertações dos participantes. 



antonio-pbSeminários Avançados em Musicologia II
(MUD 802). Profs. Antonio Augusto e convidados. Sextas-feiras, 9 às 12 horas, Sala 2104 (15 vagas). Disciplina obrigatória para alunos da área de Musicologia matriculados no curso de Doutorado do PPGM-UFRJ – consulte a agenda no início da página). Mapeamento das questões críticas da pesquisa em Musicologia, com ênfase nas tendências recentes, refletindo sobre os problemas teórico-conceituais e metodológicos dos discursos sobre a música de diversas tradições. O debate privilegia autores e textos representativos de diversas abordagens da pesquisa na área, visando intensificar a interlocução entre questões históricas, antropológicas, sociológicas, teóricas, analíticas e críticas, evidenciando as principais tendências e correntes de pensamento das subáreas em questão e suas respectivas inter-relações.Interlocução entre os pesquisadores da área de concentração Musicologia, propiciando um debate sobre sua fundamentação teórica, conceitual e metodológica, bem como sobre os diversos suportes bibliográficos das linhas e projetos de pesquisa a ela vinculados. A disciplina será ministrada necessariamente em regime compartilhado por docentes das respectivas linhas de pesquisa da referida área de concentração e/ou convidados de outras instituições.


PaulaAloysioSeminários Avançados em Processos Criativos II (MUD 804). Profs. Aloysio fagerlande e Ana Paula da Matta. Terças-feiras, 10 às 13 horas, Sala 2101 (15 vagas). Disciplina obrigatória para alunos da área de Processos Criativos do curso de Doutorado do PPGM-UFRJ – consulte a agenda no início da página). Interlocução entre os pesquisadores da área de concentração Processos Criativos, propiciando um debate sobre sua fun-damentação teórica, conceitual e metodológica, bem como sobre os diversos suportes bibliográficos das linhas e projetos de pesquisa a ela vinculados. A disciplina será ministrada necessariamente em regime compartilhado por docentes das respectivas linhas de pesquisa da área e/ou por convidados de outras instituições.


A JardimMúsica e Pensamento Poético (MUD 819). Prof. Antonio Jardim. Terças-feiras, 11 às 14 horas, Sala 2104 (15 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado e Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos recém-concursados ou externos em regime especial – consulte a agenda no início da página). Estudo acerca dos modos de realização da produção da Música, desde sua dimensão ontológica, isto é, entendida desde o que a música é e de seus modos de presentificação, quer dizer, em sua dimensão como o ente que necessita ser. A música entendida como o que se faz produzido, o que é dito em grego (poiésis), isto é, o poético, a criação. A música como: 1) constituição de espaço-tempo próprios, para além do tempo cronológico e do espaço compreendido como extensão; 2) privilegiado modo de constituição da memória (do passado, do presente e do futuro), de concretude; 3) criação de tempo kairótico-eônico e como superação temporal das dimensões crônicas; 4) criação de espaço ontológico manifesto onticamente, isto é, como superação espacial das dimensões extensivas. Os eixos temáticos da disciplina são, sobretudo, música e memória, música e pensamento, música e linguagem, música e criação, música e sociedade, e música e história.


João MiguelEnsino coletivo de instrumentos musicais em diferentes contextos e espaços (Tópicos Especiais em Educação Musical III, MUT 723). Prof. João Miguel Bellard Freire. Quintas-feiras, 14 às 17, Sala 2104 (15 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado do PPGM-UFRJ e alunos recém-concursados ou externos em regime especial – consulte a agenda no início da página). Aprofundamento dos estudos sobre Ensino Coletivo de Instrumentos Musicais, abordando diferentes propostas metodológicas nessa vertente. A reflexão e análise sobre essas se darão a partir de uma fundamentação nas tendências pedagógicas atuais, enfatizando os diferentes papéis que o professor assume, a relação professor-aluno, e o papel do estudante, além da escolha de repertório.


AndreaAfricanias na canção brasileira (Tópicos Especiais em Musicologia I – MUD 723). Profa. Andrea Adour. Quartas-feiras, 14 às 17 horas, Sala 2105 (10 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado do PPGM-UFRJ e alunos recém-concursados ou externos em regime especial – consulte a agenda no início da página). A disciplina propõe a partir da investigação das obras: A influência africana no português do Brasil de Nina Rodrigues, Os Africanos no Brasil de Renato Mendonça e O elemento afro-negro na língua portuguesa de Jacques Raymundo, e refletir sobre a presença do legado africano nas canções em língua portuguesa da primeira metade do século XX, considerando as consequências relativas às adaptações quanto à prosódia, ao ritmo, acentuação e fraseado.


ReginaMúsica de Tradição Oral no Brasil (Tópicos Especiais em Musicologia I – MUD 824). Profa. Regina Meirelles. Terças‐feiras, 14 às 17 horas, Sala 2104 (15 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado e Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos recém-concursados ou externos em regime especial – consulte a agenda no início da página). A disciplina se propõe analisar as músicas da tradição oral no Brasil, identificando suas matrizes geradoras  e os processos de assimilação pelos quais passaram, possibilitando o surgimento de vários  gêneros musicais populares no país


Verzoni 02Beethoven e a modernidade (Tópicos Especiais em Musicologia II – MUD 828). Prof. Marcelo Verzoni. Quintas‐feiras, 10 às 13 horas, Sala 2104 (15 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado e Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos recém-concursados ou externos em regime especial – consulte a agenda no início da página). O curso BEETHOVEN E A MODERNIDADE, de cunho histórico e sociológico, toma o referido intérprete-compositor como paradigma de um processo de transformação do estatuto de músico profissional. Na era absolutista, os músicos haviam servido majoritariamente como meros empregados das cortes ou das igrejas. Após a grande revolução social iniciada em 1789, a posição social deste grupo começa a mudar. O mecenato, até então exercido pela aristocracia detentora de terras, passa lentamente para o domínio de uma nova classe burguesa emergente.


LiduinoModelagem Sistêmica (Tópicos Especiais em Processos Criativos IV – MUD 827). Prof. Liduino Pitombeira. Quartas‐feiras, 11 às 14 horas, Sala 2104 (15 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado e Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos recém-concursados ou externos em regime especial – consulte a agenda no início da página). Estudo dos fundamentos teóricos e estéticos da Modelagem Sistêmica no âmbito da composição musical. Exame da Teoria Geral dos Sistemas, Teoria dos Sistemas Composicionais e Teoria da Intertextualidade aplicada à Música. Realização de análise musical e generalização paramétrica com a finalidade de proposição de modelos sistêmicos (sistemas composicionais hipotéticos), a partir dos quais novas obras serão planejadas e compostas.


LuizaAspectos da música no Cinema – ênfase na Nouvelle Vague francesa (Tópicos Especiais em Processos Criativos IV – MUD 827). Profa. Luiza Alvim. Segundas‐feiras, 14 às 17 horas, Sala 2104 (15 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado e Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos recém-concursados ou externos em regime especial – consulte a agenda no início da página). Diegese, música diegética e extradiegética. O uso de música preexistente no cinema, o conceito de música de autor e a relação com a indústria fonográfica. O conceito de reemprego aplicado ao sonoro no audiovisual. O uso da música na Nouvelle Vague: ruptura ou tradição. A presença dos suportes de música diegética (LPs, rádio, televisão, filme dentro do filme) nas imagens. Performances filmadas nos filmes e mise-en-scène: entre profissionais e amadores. Estudo de alguns exemplos de música no cinema dos diretores Jean-Luc Godard, François Truffaut, Claude Chabrol, Jacques Rivette, Éric Rohmer, Agnès Varda, Jacques Demy, Alain Resnais e Chris Marker. Outros aspectos, filmografias e referências bibliográficas poderão ser acrescentados de acordo com o perfil da turma.


MarcosCiência Cognitiva Aplicada à Pesquisa em Música (Tópicos Especiais em Processos Criativos III – MUD 826). Prof. Marcos Nogueira. Quartas-feiras, 14 às 17 horas, Sala 2104 (15 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado e Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos recém-concursados ou externos em regime especial – consulte a agenda no início da página). Que papel desempenha a experiência musical na cognição humana? Admite-se que a musicalidade é um traço humano universal que representa papel crucial em nossas vidas, e que a atividade musical, seja a simples apreciação ou a produção do fluxo musical, envolve complexos processos perceptivos, cognitivos e emocionais. Isso coloca a música na condição de objeto ideal para o estudo da mente. A disciplina promove o debate acerca da pesquisa acadêmica referenciada na abordagem incorporada das ciências cognitivas contemporâneas, dedicando especial atenção ao campo dos processos criativos.


RodrigoAcompanhamento de Projetos Composicionais (Tópicos Especiais em Processos Criativos I – MUD 823). Prof. Rodrigo Cicchelli. Segundas-feiras, 14 às 17 horas, Sala 2101 (15 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado e Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos recém-concursados ou externos em regime especial – consulte a agenda no início da página). Acompanhamento de projetos composicionais voltados para a produção de música instrumental/vocal, eletroacústica e/ou mista. Os projetos poderão incluir, mas não estão limitados a, composições instrumentais, vocais, acusmáticas sobre suporte, peças envolvendo instrumentos acústicos e recursos eletroacústicos, obras multimeios e/ou instalações sonoras. Os alunos deverão desenvolver projetos que tenham relação direta com seu tema de investigação na pós-graduação (mestrado ou doutorado) e receberão supervisão ao longo das fases de concepção, desenvolvimento e finalização dos projetos. Disciplina aberta a compositores, alunos do PPGM-UFRJ ou alunos externos em regime especial.


PedroInterpretação musical participativa — princípios, produtos e aberturas metodológicas para a performance no século XXI (Tópicos Especiais em Práticas Interpretativas II – MUD 708). Prof. Pedro Bittencourt. Segundas-feiras, 17 às 20 horas, Sala 2104 (15 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado do PPGM-UFRJ e alunos recém-concursados ou externos em regime especial – consulte a agenda no início da página). Nesse curso estudamos processos criativos, abordagens colaborativas e aspectos dinâmicos na interpretação da música de câmara contemporânea, eletroacústica e mista, assim como algumas de suas conseqüências. A interpretação musical participativa estimula trocas mútuas entre instrumentistas e compositores podendo gerar novas dinâmicas de trabalho, sendo que o instrumentista se coloca à disposição para experimentar e potencializar as ideias do compositor. Novas ideias musicais podem emergir, se desenvolver e se consolidar em estados (ou versões) das peças musicais nas mais diversas formações instrumentais (com ou sem recursos eletrônicos). Mais do que ser “fiel” à obra musical acabada, o instrumentista contribui à construção da mesma e à concretização das suas primeiras versões em concerto e em estúdio, numa forma de “cumplicidade musical” com o compositor. A interpretação musical participativa emerge dessa troca de competências distribuída a longo prazo, sempre com a validação final do compositor — o único autor nesse processo. Propomos que nesse contexto da interpretação musical participativa tanto o compositor quanto o instrumentista sejam intérpretes das obras musicais, tendo em vista o longo prazo do processo criativo e a modalidade da colaboração. Essas reflexões nos levam em alguns casos a redimensionar os papéis do compositor e do instrumentista não como uma “co-composição”, mas como uma “co-criação”. Consideramos a interpretação musical participativa como uma metodologia aberta que inclui o tempo real do concerto (performance), mas também o tempo diferido da preparação das obras. Isso inclui uma série de encontros, ensaios, escolhas, opções de escrita da partitura, “erros” e “acertos” realizados durante todas as etapas de experimentação, o que move o conhecimento sobre a peça musical, potencializando-a e resultando numa performance mais do que “informada”: faz surgir uma performance conscientemente construída e personalizada para o(s) instrumentista(s),  sempre em sintonia com as ideias de cada compositor.


SaraRitmo e Notação Musical (Tópicos Especiais em Processos Criativos II – MUD 825). Profa. Sara Cohen. Quintas-feiras, 17 às 20 horas, Sala 2101 (15 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado e Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos recém-concursados ou externos em regime especial – consulte a agenda no início da página). Abordagem de processos de estruturação rítmica explorados na música a partir da performance, da análise, de teorias sobre ritmo, com enfoque especial na notação musical.