Inscrições em disciplinas 2020-1

AGENDA

Inscrições para alunos matriculados no Mestrado e Doutorado (SIGA) – 15/02/2020 a 03/03/2020

Inscrições para alunos externos em regime especial (inscrição online) – 04/03 a 06/03/2020

Formulário de inscrição para alunos externos em regime especial
(disponível de 04/03/2020 a 06/03/2020 – Clique aqui
)

* As disciplinas obrigatórias oferecidas para alunos externos em regime especial terão apenas as suas cargas horárias aproveitadas em eventuais equivalências de disciplinas. Ou seja, caso haja matrícula posterior, elas deverão ser cursadas novamente durante a vigência da matrícula oficial no curso.

Início das aulas – 09/03/2020

DISCIPLINAS

Seminários de Educação Musical II (MUD732). Prof. João Miguel Bellard Freire. Terças-feiras, 14:00 às 17:00, sala 2115 (15 vagas). Disciplina obrigatória para os alunos do curso de Mestrado do PPGM-UFRJ vinculados à linha Música, Educação e Diversidade, aberta para alunos de outras linhas e alunos externos em regime especial, caso haja vagas – consulte a agenda no início da página. ➤ Revisão crítica de literatura da área de Educação Musical, direcionada para as dissertações de mestrado, a partir de tópicos específicos que funcionarão como eixos temáticos, de forma a contemplar as pesquisas em andamento.


Seminários de Musicologia II (MUD722). Prof. Jonas Lana. Sextas-feiras, 14:00 às 17:00, sala 2112 (15 vagas). Disciplina obrigatória para os alunos do curso de Mestrado do PPGM-UFRJ da área de Musicologia e aberta para alunos externos em regime especial, caso haja vagas – consulte a agenda no início da página. ➤ Estudo dos quadros teóricos e metodológicos em seus desdobramentos nas tendências recentes da musicologia internacional e suas repercussões na musicologia brasileira.


Seminários de Processos Criativos II (MUD702). Profs. Pedro Bittencourt e Pauxy Gentil-Nunes. Segundas-feiras, 17:00 às 20:00, sala 2104 (15 vagas). Disciplina obrigatória para os alunos do curso de Mestrado do PPGM-UFRJ da área de Processos Criativos e aberta para alunos externos em regime especial, caso haja vagas – consulte a agenda no início da página. ➤ Estudo dos quadros teóricos e metodológicos da pesquisa em composição musical e práticas interpretativas e sua aplicabilidade nos trabalhos desenvolvidos pelos alunos. Leituras orientadas que contemplem os tópicos específicos das dissertações dos participantes.


Música Progressiva (Tópicos Especiais em Educação Musical I – MUD735). Prof. Fabio Adour. Terças-feiras, 8 às 11 horas, sala 2105. Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado do PPGM–UFRJ e alunos externos em regime especial – consulte a agenda no início da página. ➤ A expressão “Música Progressiva” não casualmente remete ao gênero “Rock Progressivo”. A opção pelo não uso do termo “Rock” serve para ampliar o espectro estético e geográfico do repertório aqui imaginado, incluindo sua aplicabilidade aos artistas brasileiros. Como revela Anderton (2010), progressivo é um gênero particularmente heterogêneo, um “meta-gênero”. Valoriza-se aqui o constante repensar-se composicional para o qual a palavra “progressivo” remete, uma característica ressaltada por muitos autores (PALMER, 2001; KAWAMOTO, 2006; KEISTER e SMITH, 2008). Além da discussão conceitual que o título deste tópico automaticamente suscita, e entendendo a música progressiva como uma importante manifestação proveniente do universo musical popular, a disciplina se debruça sobre três pilares essenciais de sua viabilização, importantes para muitos dos gêneros subsumidos na expressão “música popular”: 1) o emprego da transcrição auditiva como uma atividade sine qua non da produção de conhecimento nesse universo; 2) a utilização consciente de variadas técnicas composicionais, que incidem sobre diversos parâmetros do fenômeno sonoro, e a necessária atitude analítica que o músico interessado pelo gênero desenvolve; 3) e os consequentes desafios que os dois aspectos anteriores acarretam aos processos de ensino-aprendizagem desse tipo de música. A fundamentação congrega textos da musicologia – historiografia do gênero progressivo –, da etnomusicologia – metodologias de transcrição e registro escrito e sonoro –, da composição – técnicas composicionais em música popular –, da educação musical – contextos não formais e informais, e aprendizagem dos músicos populares – e performance, tendo em vista que os compositores de música progressiva são eles mesmos os intérpretes de sua produção.


Análise formal-tonal de obras do período romântico brasileiro (Tópicos Especiais em Composição I – MUD705). Profa. Desirée Mayr. Quartas-feiras, 14:00 às 17:00, sala 2101 (10 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado do PPGM–UFRJ e alunos externos em regime especial – consulte a agenda no início da página. ➤ Estudo teórico e metodológico voltado para abordagens analíticas sistemáticas de obras do repertório romântico brasileiro, focando no período temporal 1880-1910 e nos compositores Leopoldo Miguéz, Alberto Nepomuceno e Henrique Oswald. Introdução a princípios teóricos associados à cooperação entre estruturas formal (Neue Formelehre) e tonal (Teoria Neorriemanniana). Apresentação de modelos analíticos multiníveis formais-tonais, associados ao referencial teórico adotado. Aplicações analíticas dos métodos descritos em obras do repertório enfocado compõem a segunda parte do curso. Avaliação através de produção de artigo relacionado ao referencial teórico e/ou a análises.


Linguagem e criação musical no século XX (Tópicos Especiais em Composição II – MUD706). Prof. Alexandre Rachid. Quintas-feiras, 17:00 às 20:00, sala 2104 (15 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado do PPGM–UFRJ e alunos externos em regime especial – consulte a agenda no início da página. ➤ Visa a aquisição de conhecimento e compreensão da grande variedade de linguagem e criação musical no século XX, onde serão abordadas obras significativas de compositores como Debussy, Ravel, Prokofiev, Bartók, Sibelius, Schoenberg, Stravinsky e Messiaen, além de suas técnicas composicionais e instrumentais. Enfatiza a apreciação estilística das diversas Escolas Nacionais e de obras do repertório orquestral, de câmara ou de solo (piano, violino, etc.) do século XX. Ao final do processo espera-se gerar qualificadas produções bibliográficas e/ou artísticas vinculadas às diversas linguagens e técnicas mencionadas.


Seminários Avançados de Educação Musical II (MUD832). Profa. Thelma Alvares. Terças-feiras, 17:00 às 20:00, sala 2104 (15 vagas). Disciplina obrigatória para alunos da área de Educação Musical do curso de Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos externos em regime especial, caso haja vagas* – consulte a agenda no início da página. ➤ Interlocução entre os pesquisadores da área de concentração Educação Musical, propiciando um debate sobre sua fundamentação teórica, conceitual e metodológica, bem como sobre os diversos suportes bibliográficos das linhas e projetos de pesquisa a ela vinculados e os diálogos com outras áreas do conhecimento, tais como Ciências da Saúde, Etnomusicologia e Humanidades, que possam contribuir para a reflexão e enriquecimento da área. A disciplina será ministrada necessariamente em regime compartilhado por docentes das respectivas linhas de pesquisa da área e/ou por convidados de outras instituições.


Seminários Avançados de Musicologia II (MUD802). Profs. Samuel Araújo, José Alberto Salgado, Frederico Barros e Jonas Lana (UFRJ); Vincenzo Cambria e Álvaro Neder (UNIRIO). Sextas-feiras, 9:00 às 12:00, sala 2104 (15 vagas). Disciplina obrigatória para alunos da área de Musicologia do curso de Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos externos em regime especial, caso haja vagas* – consulte a agenda no início da página. ➤ Mapeamento das questões críticas da pesquisa em Musicologia, com ênfase nas tendências recentes, refletindo sobre os problemas teórico-conceituais e metodológicos dos discursos sobre a música de diversas tradições. O debate privilegia autores e textos representativos de diversas abordagens da pesquisa na área, visando intensificar a interlocução entre questões históricas, antropológicas, sociológicas, teóricas, analíticas e críticas, evidenciando as principais tendências e correntes de pensamento das subáreas em questão e suas respectivas inter-relações.Interlocução entre os pesquisadores da área de concentração Musicologia, propiciando um debate sobre sua fundamentação teórica, conceitual e metodológica, bem como sobre os diversos suportes bibliográficos das linhas e projetos de pesquisa a ela vinculados. A disciplina será ministrada necessariamente em regime compartilhado por docentes das respectivas linhas de pesquisa da referida área de concentração e/ou convidados de outras instituições.


Seminários Avançados em Processos Criativos II (MUD804). Profs. Carlos Almada e Pedro Bittencourt. Terças-feiras, 14:00 às 17:00, sala 2117 (15 vagas). Disciplina obrigatória para alunos da área de Processos Criativos do curso de Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos externos em regime especial, caso haja vagas* – consulte a agenda no início da página. ➤ Discussão de temas diversos da pesquisa em processos criativos em música, promovida por pesquisadores do corpo docente do Programa e/ou convidados externos com produção expressiva em suas respectivas especialidades, através de revisão de literatura e reflexão, visando à atualização de conhecimentos e divulgação de avanços da ciência nos variados domínios de criação e interpretação musicais contemplados na área de concentração em questão, com vistas a subsidiar o desenvolvimento de pesquisas e análises.


Educação Musical e Musicalidade Abrangente (MUD833). Prof. Sérgio Alvares. Terças-feiras, 17:00 às 20:00, sala 2117 (10 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado ou Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos externos em regime especial – consulte a agenda no início da página. ➤ A disciplina aborda a vivência musical unificada, levando-se em consideração as existentes subdivisões da música em disciplinas e suas relações com o todo, ou seja, com a música integralmente como área do conhecimento. O conceito de integração é central à definição de musicalidade abrangente. Enfocam-se as práticas interpretativas individuais e coletivas, teoria e análise musical, composição e improvisação, metodologias pedagógicas e aspectos históricos e sociológicos da música como subáreas convenientes para um aprofundamento especializado. A partir de uma abordagem transversal das diversas disciplinas em que a música se fragmentou durante os últimos séculos, discute-se um enfoque interdisciplinar que possa proporcionar uma vivência musical mais significativa, expansiva e integralizada.


Musicologia e Interdisciplinaridade (MUD817). Profa. Maria Alice Volpe. Quintas-feiras, 14:00 às 17:00, sala 2104 (15 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado ou Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos externos em regime especial – consulte a agenda no início da página. ➤ Visa relacionar a pesquisa musicológica com outras áreas de conhecimento que possam contribuir para a construção de campos teóricos, metodologias, questões críticas e o próprio objeto de estudo da Musicologia. A busca pela descompartimentalização da disciplina visa restabelecer o diálogo entre as especialidades e aprofundar as questões relativas à complexidade das realidades e à multiplicidade do conhecimento construído sobre elas.

Música preexistente no Cinema Novo brasileiro: representações de nacionalismos e modernismos (Tópicos Especiais em Musicologia II – MUD828). Profa. Luíza Alvim. Terças-feiras, 10:00 às 13:00, sala 2117 (10 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado ou Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos externos em regime especial – consulte a agenda no início da página. ➤ O uso de música preexistente como característica dos anos 1960 e de “música de autor” (conceito de Claudia Gorbman). Antecedentes do uso de música preexistente do repertório clássico no cinema brasileiro. Glauber Rocha e a música concreta de Pierre Schaeffer e Pierre Henry em O pátio (1959): ambiente cultural da Bahia nos aos 1950, nacionalismo e universalismo. O predomínio de Villa-Lobos como música preexistente no Cinema Novo brasileiro: música como “alegoria da pátria”, intertextualidades e ressignificações. Uso de música preexistente como quase totalidade da trilha musical, com um recorte de peças brasileiras em adaptações de obras cinematográficas da Literatura brasileira: os casos de Capitu (Paulo Cesar Saraceni, 1968) e Menino de Engenho (Walter Lima Júnior, 1965). Variedades de gêneros e estilos musicais: a “estética tropicalista” do uso da música em alguns filmes do Cinema Novo e do Cinema Marginal.


Cantando no estilo: variações sociais, geográficas, diacrônicas de gênero. (Tópicos Especiais em Processos Criativos II – MUD825). Prof. Alberto Pacheco. Sextas-feiras, 14:00 às 17:00, sala 2104 (15 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado ou Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos externos em regime especial – consulte a agenda no início da página. ➤ Cantar determinado repertório, seguindo o estilo previsto pelo compositor e cultivado pelos intérpretes originais, tem sido um desafio constante para boa parte dos músicos altamente especializados. Afinal, os estilos de execução apresentam variantes históricas, geográficas e sociais. Neste curso vamos refletir sobre como um intérprete pode responder a essas inúmeras variantes. Daremos especial atenção às variantes diacrônicas de estilo. Afinal, o assim chamado movimento da Música Antiga ganhou inegável força durante o século XX ao influenciar numerosos intérpretes que buscavam reconstituir ou “resgatar” a sonoridade perdida da música dos séculos passados. Esta busca se deu em várias frentes de pesquisa e reflexão, que iam desde o estilo interpretativo até os instrumentos musicais “originais”, passando por editar e executar o respectivo repertório e por se ater a questões didáticas, literárias, sociais e culturais como um todo. Como consequência, uma grande quantidade de informação foi sendo reunida e disponibilizada, na forma de gravações, edições musicais, livros, artigos, documentários etc., colaborando assim com uma interpretação musical mais rica e historicamente informada do repertório. Por outro lado, os tantos gêneros musicais requerem também uma forma particular de interpretação. Conscientes da impossibilidade de refletirmos sobre todos os gêneros musicais existentes, faremos alguns estudos de caso que mostrem como ajustes vocais, tanto a nível técnico quanto estético, ao lado de ajustes na postura física, podem responder às necessidades dos gêneros em questão. Para tanto, será utilizada uma bibliografia variada sobre assunto, tentando abarcar o maior número possível de gêneros e de variantes diacrônicas, sociais e geográficas.


Música formalizada (Tópicos Especiais em Processos Criativos I – MUD823). Profs. Carlos Almada, Pauxy Gentil-Nunes, Liduino Pitombeira, Hugo Carvalho, Stefanella Boatto, Petrucio Viana, Nei Rocha (UFRJ), Rodolfo Coelho de Sousa (USP). Sextas-feiras, 17:00 às 20:00, sala 2112 (15 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado ou Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos externos em regime especial – consulte a agenda no início da página. ➤ Estudo das bases formais necessárias a uma leitura introdutória da obra Formalized Music, de Iannis Xenakis. Estudo de quatro grandes áreas: Processos estocásticos, Cadeias de Markov, Teoria dos Jogos, Álgebra de Boole e Sistemas formais para a música. Aplicação musical dessas teorias na análise e composição musical, utilizando aplicativos computacionais elaborados durante o curso. Exame de referenciais teóricos e estéticos associados à produção musical de Xenakis e outros nas grandes áreas supracitadas. Produção de um artigo e/ou uma obra musical original a partir de referenciais teóricos e estéticos.


Poética: música, mito e linguagem (Tópicos Especiais em Processos Criativos II MUD825). Prof. Antonio Jardim. Terças-feiras, 11:00 às 14:00, sala 2104 (15 vagas). Disciplina optativa para alunos matriculados nos cursos de Mestrado ou Doutorado do PPGM-UFRJ e alunos externos em regime especial – consulte a agenda no início da página. ➤ A disciplina se propõe uma aproximação entre  linguagem (aqui entendida como λὀγος) dimensão poética (aqui entendida enquanto ποιἠσις), música (como μουσικἠ) e mito (μὐθος). A música é aqui entendida como a essência da memória, sendo portanto o fundamento das relações estabelecidas entre esses conceitos. O curso se desenvolverá relacionando essas dimensões no plano do pensamento filosófico.